<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-24831946</id><updated>2011-08-09T02:39:00.889-07:00</updated><title type='text'>Brasil S/A</title><subtitle type='html'>Brasil S/A surge como um canal de discussão da economia brasileira e, em particular, da economia baiana. Um blog que pretende mostrar os retratos da conjuntura econômica, buscando um enfoque social na notícia.

A economia que influi diretamente na vida do cidadão. Este blog é o anti-spread, o anti-overnight. 

Boa Leitura.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://brasil-sa.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasil-sa.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>João Pitombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11416951684855187278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24831946.post-115149576937812429</id><published>2006-06-28T04:36:00.000-07:00</published><updated>2006-06-28T05:01:45.260-07:00</updated><title type='text'>Para OIT, condições de emprego no mundo estão longe do ideal</title><content type='html'>&lt;table id="HB_Mail_Container" height="100%" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" border="0" unselectable="on"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr height="100%" width="100%" unselectable="on"&gt;&lt;td id="HB_Focus_Element" valign="top" width="100%" background="" height="250" unselectable="off"&gt;&lt;p&gt;De acordo com a diretora da &lt;a href="http://www.oitbrasil.org.br/"&gt;OIT&lt;/a&gt; no Brasil, Laís Abramo, as diferenças são ainda maiores com relação ao mercado de trabalho para mulheres e negros. "A discriminação e a desigualdade de gênero e raça no Brasil não são um problema de minorias, mas da maioria da sociedade. Mulheres e negros correspondem a quase dois terços da população economicamente ativa e estão em uma situação de desvantagem em todos os indicadores do mercado de trabalho. A nosso ver, a discriminação de gênero e raça constituem os eixos estruturantes dos padrões de desigualdade social no Brasil", explicou. Para tentar reduzir as diferenças sociais no mercado de trabalho, principalmente entre raças e etnias, a OIT debate em Brasília, até quarta-feira (28), os resultados de dois projetos - o de Fortalecimento Institucional para a Igualdade de Gênero e Raça, Erradicação da Pobreza e Geração de Emprego e o de Eliminação da Discriminação Racial no Emprego. "É preciso haver um diálogo social como instrumento da construção de políticas públicas para a redução das desigualdades no mercado de trabalho", disse Laís. A diretora da OIT ressaltou que a redução das desigualdades de gênero, raça e etnias no mercado de trabalho ainda está longe do ideal porque, segundo ela, essa não é uma realidade que se muda da noite para o dia. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Desigualdades em termos de renda, de acesso ao emprego de qualidade e de trabalho decente. As diferenças são muito grandes entre homens e mulheres, negros e brancos. Grandes, profundas e são impossíveis de serem superadas num período curto de tempo, mas o importante é uma consciência, cada vez maior, do que é necessário enfrentar", destacou. Fonte: &lt;a href="http://www.radiobras.gov.br/"&gt;Agência Brasil&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr unselectable="on" hb_tag="1"&gt;&lt;td style="FONT-SIZE: 1pt" height="1" unselectable="on"&gt;&lt;div id="hotbar_promo"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;blockquote id="655989b8"&gt; &lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24831946-115149576937812429?l=brasil-sa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brasil-sa.blogspot.com/feeds/115149576937812429/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24831946&amp;postID=115149576937812429' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/115149576937812429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/115149576937812429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasil-sa.blogspot.com/2006/06/para-oit-condies-de-emprego-no-mundo.html' title='Para OIT, condições de emprego no mundo estão longe do ideal'/><author><name>João Pitombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11416951684855187278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24831946.post-115089739615977538</id><published>2006-06-21T06:34:00.000-07:00</published><updated>2006-06-21T06:43:16.176-07:00</updated><title type='text'>Violência no local de trabalho já é "epidemia", diz estudo</title><content type='html'>A violência física e psicológica no local de trabalho está aumentando em todo o mundo e atingiu "níveis epidêmicos" em muitos países industrializados, segundo um estudo publicado ontem pela &lt;a href="http://www.oitbrasil.org.br"&gt;Organização Internacional do Trabalho &lt;/a&gt;O estudo diz que a violência no trabalho, incluindo prepotência, assédio sexual e agressão física, pode estar custando entre 0,5% e 3,5% do Produto Interno Bruto dos países em absenteísmo, licenças médicas e menor produtividade.Profissões antes consideradas "seguras", como magistério, serviços sociais, serviços de biblioteca e tratamento de saúde hoje sofrem níveis crescentes de violência física, tanto nos países ricos como nos pobres, diz o estudo.Além disso, "prepotência, assédio, violência e grupo e comportamento semelhantes podem ser quase tão prejudiciais quanto a violência física", dizem os autores, Vittorio Di Martino e Duncan Chappell. "Hoje a instabilidade de muitos tipos de empregos coloca enormes pressões nos locais de trabalho, e estamos vendo mais dessas formas de violência."O estudo diz que os dados disponíveis, embora isolados, mostram uma clara tendência ascendente em prepotência, assédio e intimidação de trabalhadores, afetando mais de 10% da força de trabalho européia, por exemplo.Nos países em desenvolvimento, mulheres, migrantes e crianças são mais vulneráveis, com o assédio e abuso sexual relatado como um grande problema em lugares tão variados quanto a África do Sul, Malásia e Kuwait.Ao mesmo tempo, o estudo nota que a violência física declinou nos EUA e no Reino Unido nos últimos anos. Nos EUA o número de homicídios no local de trabalho caiu de mais de 1 mil por ano uma década atrás para cerca de 630 em 2003.Na Inglaterra e no País de Gales, os incidentes de violência no trabalho caíram de 1,3 milhão em 1995 para cerca de 850 mil em 2002-03, segundo o British Crime Survey.Enquanto a polícia e o pessoal de segurança correm os maiores riscos de ataque físico, os trabalhadores de saúde e transportes (incluindo motoristas de táxi) também são particularmente vulneráveis, nota o estudo.Em termos de assédio e abuso verbal, os trabalhadores de centros de telefonia são um grupo de risco pouco reconhecido. Por exemplo, uma pesquisa na Alemanha descobriu que três em cada quatro mulheres trabalhadoras relataram telefonemas de assédio sexual.E nos países em desenvolvimento as zonas de processamento para exportação também são caracterizadas por más condições de trabalho, incluindo abuso, assédio sexual e agressão física, segundo o estudo.Ele também cita exemplos de boas práticas empresariais para combater a violência de todos os tipos, concentrando-se em ações para oferecer um melhor ambiente de trabalho, assim como códigos de conduta e treinamento sobre assédio e discriminação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.ft.com"&gt;Financial Times&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24831946-115089739615977538?l=brasil-sa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brasil-sa.blogspot.com/feeds/115089739615977538/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24831946&amp;postID=115089739615977538' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/115089739615977538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/115089739615977538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasil-sa.blogspot.com/2006/06/violncia-no-local-de-trabalho-j.html' title='Violência no local de trabalho já é &quot;epidemia&quot;, diz estudo'/><author><name>João Pitombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11416951684855187278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24831946.post-115029345272351718</id><published>2006-06-14T06:53:00.001-07:00</published><updated>2006-06-14T06:57:33.950-07:00</updated><title type='text'>Para Dieese, poder de compra é o maior em 24 anos</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6645/940/1600/dinheiro.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="228" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6645/940/320/dinheiro.jpg" width="151" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhadores brasileiros tiveram, em maio, o maior poder de compra da história para os itens que compõem a cesta básica. No mês passado, os trabalhadores gastaram, em média, 48,64% do salário líquido recebido para adquirir a cesta – o maior índice dos últimos 24 anos. O dado é da pesquisa nacional da cesta básica, divulgada hoje (6) em São Paulo pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-econômicos (Dieese). De acordo com o Dieese, é a primeira vez desde 1982 que o assalariado gastou menos da metade do salário líquido recebido para adquirir a cesta, considerando a média do país. O resultado foi registrado em oito das 16 capitais pesquisadas pela entidade; nas restantes, esse percentual variou de 50,54% (Vitória - ES ) a 55,38% (São Paulo -SP). O mês de abril registrou praticamente o mesmo índice (48,63%), mas o cálculo foi feito sobre o reajuste para R$ 350,00, que passou a valer em maio. Tanto em maio como em abril, o Dieese apurou que o trabalhador precisou trabalhar 98 horas e 49 minutos para adquirir a cesta. Apesar do poder de compra recorde, a entidade calcula que o valor do mínimo deveria ser de R$ 1.503,70, ou seja, 4,3 vezes o salário mínimo atual, para suprir as necessidades definidas legalmente para uma família, que, além da cesta, incluem moradia, transporte, vestuário, saúde, educação, higiene, lazer e previdência. Renda maior diminui procura por emprego informal, avalia pesquisador do IBGE Economia estável e o aumento no rendimento do trabalhador são os principais responsáveis pelo aumento no número de empregos formais no Brasil, na avaliação do coordenador da Pesquisa Mensal de Empregos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cimar Azeredo. Em abril deste ano, segundo o IBGE, houve índice recorde de empregos com carteira assinada no setor privado da economia: 41,8%, o que equivale a 8,3 milhões de trabalhadores nas seis regiões metropolitanas brasileiras pesquisadas. "Uma economia mais estável, que promova mais segurança para o investidor, impulsiona um mercado mais seguro", afirma Azeredo. Em relação ao crescimento do rendimento do trabalhador, ele diz que uma renda familiar maior diminui a necessidade de se buscar o caminho da informalidade para complementar a remuneração. "Quando você tem uma queda no rendimento no seio familiar, você impulsiona mais pessoas daquele domicílio a procurar algo a fazer, a fim de complementar a renda familiar. Aí, você vê um aumento da informalidade". Segundo ele, o maior índice de trabalhadores com carteira assinada, antes de abril de 2006, havia sido registrado em abril de 2002: uma taxa de 40,3%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.radiobras.gov.br"&gt;Agência Brasil&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24831946-115029345272351718?l=brasil-sa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brasil-sa.blogspot.com/feeds/115029345272351718/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24831946&amp;postID=115029345272351718' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/115029345272351718'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/115029345272351718'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasil-sa.blogspot.com/2006/06/para-dieese-poder-de-compr_115029345272351718.html' title='Para Dieese, poder de compra é o maior em 24 anos'/><author><name>João Pitombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11416951684855187278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24831946.post-114899426595528264</id><published>2006-05-30T06:02:00.000-07:00</published><updated>2006-05-30T06:04:25.990-07:00</updated><title type='text'>Classes B e C vão sustentar aumento do consumo este ano, diz pesquisa</title><content type='html'>A cozinheira Rute Silva, de 21 anos, tem renda familiar na faixa de R$ 1 mil por mês. Segundo ela, a vida melhorou no último ano - ela comprou um DVD a prazo, um guarda-roupa, e até viajou para Vitória nas férias. "Está bom, mas pode melhorar mais", diz Rute, que está com casamento marcado para outubro. Ela e o noivo estão construindo uma casa e já começaram a fazer os planos para mobiliá-la. Por enquanto, já compraram o dormitório, a prazo. A técnica acadêmica Cristiana Reina, de 35 anos, casada e mãe de dois filhos, também acha que ficou mais fácil melhorar o padrão de vida. Com renda familiar na faixa de R$ 5 mil, ela conta que nos últimos meses trocou de carro. A família tinha um Tempra e adquiriu um Honda Civic usado. "Eu financiei a compra e faltam dois anos para pagar", observa. Além de trocar o carro, Cristiana diz que fez "upgrade" no celular dela e dos filhos. Ela conta que trocou um modelo mais básico de telefone por outro com máquina fotográfica. Estudo da Target Marketing, consultoria especializada em pesquisa de mercado, mostra que não são apenas as famílias da classe C, aquelas com renda média mensal de R$ 1.140, que devem continuar ampliando as compras em 2006. A classe C já responde por um quarto do consumo do País, ou R$ 300 bilhões, mas agora a expectativa é que o crescimento mude de patamar. Os gastos dos domicílios da classe B, que recebem em média entre R$ 2,2 mil e R$ 3,7 mil mensalmente, deverão registrar a maior taxa de crescimento do consumo entre as classes sociais este ano. Em 2006, os 10,6 milhões de lares da classe B espalhados pelas 5.564 cidades brasileiras deverão desembolsar R$ 429,6 bilhões em compras e serviços, 5,3% mais que em 2005. Essa taxa de crescimento deverá superar o aumento das compras da classe C, estimado em 3,2%. O consumo total nas cidades está projetado em R$ 1,098 trilhão, quase 3% maior que em 2005. A classe B detém 39,1% desse total. "Aumentou a mobilidade social entre as classes nos últimos anos", diz o diretor da consultoria, Marcos Pazzini, com base no estudo "Brasil em Foco", elaborado pela sua consultoria. O estudo é feito anualmente pela consultoria a partir de dados coletados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e cruzados com informações de outras fontes de pesquisa. Para a edição deste ano levou-se em conta que o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá 3,45%. O estudo aponta exatamente a ascensão das camadas mais pobres da população para os estratos mais altos de renda. Esse movimento vem ocorrendo nos últimos anos e deve continuar em 2006. A queda da inflação e a grande oferta de crédito, que facilitou a compra de bens, são os fatores que sustentam essa migração dos brasileiros entre as camadas sociais, lembra Pazzini. Das sete classes sociais, de acordo com os critérios da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisas, que classifica os brasileiros pela posse de bens e renda, a expectativa é de aumento do consumo para quatro camadas de renda neste ano, exceto para o topo e a base da pirâmide. Isto é, os mais ricos, a classe A1, com renda média mensal de R$ 11.070, e os mais pobres, as classes E e D, que recebem mensalmente em média R$ 300 e R$ 570, respectivamente. Nas classes B e C , a expectativa é de aumento da participação tanto no consumo como no número de domicílios. Em 2005, a classe B como um todo respondia por 22,9% dos domicílios e 38,2% do consumo. Neste ano, esse estrato corresponde a 24,1% dos domicílios e 39,1% do consumo. Já a classe C detinha 37,9% dos domicílios em 2004 e deve responder por 39,4% este ano. Em termos de renda, essa fatia da população respondia por 27,2% do consumo no ano passado e 27,3% este ano. Enquanto isso, as classes D e E devem encolher tanto a sua participação no consumo como em número de domicílios. O estudo mostra que a fatia da classe D era de 31,1% em número de domicílios em 2005 e de 10,7% do consumo. Para este ano, a participação no total de domicílios cai para 28,9% e recua para 9,5% no consumo. A fatia da classe E, que era de 3,2% em número de famílias em 2005, se reduziu para 2,7%. Em termos de consumo, a participação de 0,6% em 2005 caiu para 0,5% este ano. Essa maior mobilidade entre as classes sociais explica, segundo especialistas em varejo, o esforço do comércio em colocar produtos mais sofisticados até dentro das lojas tidas como populares. Isto é, só o produto básico não atrai o consumidor, que está a cada dia em busca da melhor relação entre custo e benefício na hora de ir às compras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: O Estado de São Paulo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24831946-114899426595528264?l=brasil-sa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brasil-sa.blogspot.com/feeds/114899426595528264/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24831946&amp;postID=114899426595528264' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114899426595528264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114899426595528264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasil-sa.blogspot.com/2006/05/classes-b-e-c-vo-sustentar-aumento-do.html' title='Classes B e C vão sustentar aumento do consumo este ano, diz pesquisa'/><author><name>João Pitombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11416951684855187278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24831946.post-114830626530500936</id><published>2006-05-22T06:54:00.000-07:00</published><updated>2006-05-30T04:28:08.533-07:00</updated><title type='text'>72 milhões de brasileiros vivem com insegurança alimentar</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6645/940/1600/fomebrasil.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6645/940/320/fomebrasil.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O IBGE apresentou os resultados uma pesquisa, com base nos números da PNAD - Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios - 2004, sobre Segurança Alimentar, realizada em convênio com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. A pesquisa revela que 34,8 milhões dos domicílios do país, ou 72 milhões de brasileiros, vivem em situação de insegurança alimentar. A segurança alimentar, por definição, é a garantia do direito de todos ao acesso a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente e de modo permanente (todos os dias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil há cerca de 52 milhões de domicílios. Destes 65,2 %, ou 109 milhões de pessoas, vive com segurança alimentar. Os outros 34,8% vivem (ou sobrevivem) em situação de insegurança alimentar – leve, moderada ou grave. A insegurança alimentar moderada ou grave atinge 18,8 % das famílias brasileiras, cerca de 39,5 milhões de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das famílias com insegurança alimentar vive na região Nordeste. 53,6% dos nordestinos não se alimentam adequadamente. Só a nível de comparação, na região sul esse índice é de 23,4%, menos da metade. Levando em conta somente as famílias que convivem com insegurança alimentar grave, estas são 10,9% das casas do Nordeste. No sul são 3,5%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bahia é o 10° maior nível de insegurança alimentar no país, com 50,2%. No Brasil, o estado que possui o melhor índice de famílias se alimentando adequadamente é Santa Catarina, com 83,2%. O pior é o maranhão, com 30,9% das famílias em segurança alimentar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24831946-114830626530500936?l=brasil-sa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brasil-sa.blogspot.com/feeds/114830626530500936/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24831946&amp;postID=114830626530500936' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114830626530500936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114830626530500936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasil-sa.blogspot.com/2006/05/72-milhes-de-brasileiros-vivem-com.html' title='72 milhões de brasileiros vivem com insegurança alimentar'/><author><name>João Pitombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11416951684855187278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24831946.post-114774460698605624</id><published>2006-05-15T18:55:00.000-07:00</published><updated>2006-05-30T04:44:49.413-07:00</updated><title type='text'>Mercado de Trabalho – Bahia e Brasil</title><content type='html'>O mercado de trabalho na Bahia também conta com índices bastante inferiores às médias nacionais. Apesar disso, os dados do IBGE mostram um quadro de estagnação na economia tanto baiana quanto brasileira.&lt;br /&gt;Dados da PNAD – Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios – de 2004 mostram que a porcentagem de trabalhadores infantis, analisando os ocupados entre 10 e 14 anos, na Bahia é de 3,5%. A média brasileira é de 1,9%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A renda real média do trabalho, que calcula a renda média das pessoas com mais de 15 anos, na Bahia é de R$ 356, algo em torno de um salário mínimo. No Brasil, esta renda é de R$ 640.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se contabiliza a renda domiciliar per capita, que engloba a renda média por pessoa, os números são ainda mais alarmantes. O Brasil, tem média de R$ 462, a Bahia R$ 263. E o principal agravante: em 1995, os índices eram praticamente os mesmos, R$ 474 no Brasil e R$ 256 na Bahia, o que mostra uma estagnação da renda do brasileiro nos últimos dez anos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24831946-114774460698605624?l=brasil-sa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brasil-sa.blogspot.com/feeds/114774460698605624/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24831946&amp;postID=114774460698605624' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114774460698605624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114774460698605624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasil-sa.blogspot.com/2006/05/mercado-de-trabalho-bahia-e-brasil.html' title='Mercado de Trabalho – Bahia e Brasil'/><author><name>João Pitombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11416951684855187278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24831946.post-114545611546216645</id><published>2006-04-19T07:12:00.002-07:00</published><updated>2006-05-30T04:34:11.653-07:00</updated><title type='text'>A Bahia e o dobro do Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6645/940/1600/bandeira_ba.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6645/940/320/bandeira_ba.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos anos de 2004 e 2005, o estado da Bahia registrou um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) com valores que se chegam ao do dobro da média nacional. Pois bem.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6645/940/1600/bandeira_brasil.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 159px; CURSOR: hand; HEIGHT: 115px" height="139" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6645/940/320/bandeira_brasil.gif" width="188" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em 2004, enquanto o Brasil apresentou um PIB de 4,9%, a Bahia cresceu o dobro, com 9,8%. Já em 2005, a economia brasileira teve desempenho de 2,3%. A economia baiana registrou crescimento de 4,8%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é só no crescimento econômico que a Bahia tem níveis que são o dobro do Brasil. Os números da PNAD – Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios – realizada em 2004, mostram que em alguns indicadores sociais, a Bahia também tem médias que superam o dobro do país. Vejamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O índice de pobreza, ou seja, pessoas que sobrevivem com uma renda de até R$ 157, representam 31,7% da população brasileira. Na Bahia, esse índice é de 72,2%. Quase 3/4 dos baianos são pobres, representando mais do que duas vezes a média nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o assunto é o índice de indigentes, que são as pessoas que vivem com até 1/4 do salário mínimo, eles são 12,3% dos brasileiros. Na Bahia, 24% da população é considerada indigente, num número que chega a quase o dobro da média do Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24831946-114545611546216645?l=brasil-sa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brasil-sa.blogspot.com/feeds/114545611546216645/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24831946&amp;postID=114545611546216645' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114545611546216645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114545611546216645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasil-sa.blogspot.com/2006/04/bahia-e-o-dobro-do-brasil.html' title='A Bahia e o dobro do Brasil'/><author><name>João Pitombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11416951684855187278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24831946.post-114489171046424072</id><published>2006-04-12T18:26:00.000-07:00</published><updated>2006-05-30T04:37:15.333-07:00</updated><title type='text'>Só três em cada dez trabalhadores têm carteira assinada</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/6645/940/1600/carteira%20de%20trabalho.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6645/940/320/carteira%20de%20trabalho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A mais recente síntese de indicadores sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que, em 2004, só 30,4% da população ocupada do país tinha emprego com carteira assinada. Isso significa que apenas três em cada dez brasileiros estava registrado no trabalho.Segundo a pesquisa, 22% trabalhavam por conta própria e 18,3% eram empregados sem carteira. Os trabalhadores domésticos somavam 7,7%, os não remunerados concentravam 7% do total e 6,6% eram militares e estatutários. O total de empregadores era de apenas 4,1% naquele período.As maiores proporções de trabalhadores com carteira assinada e empregadores estava concentrada nas regiões Sudeste e Sul. De acordo com o levantamento, na região Sudeste 39,4% da população ocupada tinha carteira assinada e 4,5% eram empregadores. Só no Estado de São Paulo, a proporção de empregados com carteira assinada chegava a 45% naquele ano. No Sul, 5,2% eram empregadores e 35,1% dos trabalhadores tinham carteira assinada.Já os trabalhadores informais, que somam 40,2% do total da população ocupada no Brasil se concentram em maior proporção na região Norte, onde os empregados sem carteira representavam 13,6% dos ocupados e os trabalhadores por conta própria chegavam a 18,4%. Aqueles trabalhadores não-remunerados, donas de casa por exemplo, correspondiam a 11% da população ocupada.Na região Nordeste, onde essas proporções são similares, os trabalhadores independentes somavam 20,3% da população e os empregados sem registro chegavam a 14,4%. Os não-remunerados representavam 12,6%. Também no Norte a categoria de militares e estatuários era mais representativa, com 11,1% do total de ocupados.Na amostragem por estado, Tocantins concentrava a maior proporção de trabalhadores sem carteira assinada, com 25,3%, seguido de Roraima, onde essa fatia chegava a 24,3% naquele ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: UOL Notícias / Valor Online / IBGE)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24831946-114489171046424072?l=brasil-sa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brasil-sa.blogspot.com/feeds/114489171046424072/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24831946&amp;postID=114489171046424072' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114489171046424072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114489171046424072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasil-sa.blogspot.com/2006/04/s-trs-em-cada-dez-trabalhadores-tm.html' title='Só três em cada dez trabalhadores têm carteira assinada'/><author><name>João Pitombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11416951684855187278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24831946.post-114468678141972423</id><published>2006-04-10T09:22:00.000-07:00</published><updated>2006-04-10T09:39:07.686-07:00</updated><title type='text'>Bahia é 18ª em ranking nacional de competitividade</title><content type='html'>Um estudo do Movimento Brasil Competitivo (MBC) revelou que a Bahia ocupa a 18º colocação no ranking do Indicador de Competitividade dos Estados. Este indicador é formado por 34 itens, distribuídos em 3 categorias: qualificação da força do trabalho; conhecimento e inovação; e infra-estrutura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a pesquisa da MBC, a Bahia ocupa o 15º lugar no item &lt;em&gt;Conhecimento e Inovação&lt;/em&gt;, que analisa fatores como familiaridade com a tecnologia, a população com mais de 10 anos de estudo e o número de empregados com nível superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa ainda revela que a qualificação dos trabalhadores funciona hoje como um dos principais entraves na competitividade da economia baiana, colocando a Bahia na 20º colocação em &lt;em&gt;Qualificação da Força de Trabalho&lt;/em&gt;. Além disso, a falta de &lt;em&gt;infra-estrutura&lt;/em&gt; no estado também se coloca com um fator problemático, principalmente por afetar o escoamento da produção por conta das estradas e portos em condições de sobrecarga e malconservação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O economista e professor da UFBA, Osmar Sepúlveda, pondera que apesar do crescimento do PIB baiano nos últimos anos, as condições sociais da população baiana não se alteraram. Segundo dados do IBGE, a Bahia conta com uma população de pobres de 72,2% contra 31,7% da média nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda de acordo com Sepúlveda, a massa salarial na Bahia continua sendo baixa, impedindo a criação de um mercado consumidor mais forte e atrativo. Além disso, faltaria empreendorismo na economia baiana, que ainda está sustentada na produção de matérias-primas e de produtos semi-elaborados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Com informações de A Tarde e IBGE.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24831946-114468678141972423?l=brasil-sa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brasil-sa.blogspot.com/feeds/114468678141972423/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24831946&amp;postID=114468678141972423' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114468678141972423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114468678141972423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasil-sa.blogspot.com/2006/04/bahia-18-em-ranking-nacional-de.html' title='Bahia é 18ª em ranking nacional de competitividade'/><author><name>João Pitombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11416951684855187278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24831946.post-114390955479490780</id><published>2006-04-01T08:37:00.000-08:00</published><updated>2006-04-01T08:39:14.806-08:00</updated><title type='text'>Boas Notícias (outras, nem tanto)</title><content type='html'>Esta semana, o IBGE divulgou o desempenho do PIB brasileiro em 2005. A soma das riquezas produzidas pelo país chegou ao patamar de 795 bilhões de dólares, ou R$1,937 de reais. Com isso, o Brasil chega ao posto de 11° economia do mundo, subindo quatro posições em relação a 2004 e ultrapassando Rússia, México, Índia e Austrália. Comemoremos? Sim e não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, pelo fato do país retomar o posto de maior economia da América Latina, o que dá uma posição estratégica ao país na economia mundial e reforça a idéia de liderança do Brasil na AL.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, por conta do principal fator para o crescimento do Brasil no ranking das maiores economias ter sido desvalorização do dólar. Vale lembrar que, em 2005, economia brasileira teve um despenho pífio, com crescimento de apenas 2,3%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, de novo, pelo país ter ficado num vergonhoso 72° lugar quando se leva em conta o PIB per capita, que em 2005 foi de US$ 4.333. O PIB per capita é a soma das riquezas produzidas pelo país, dividida pela sua população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, outra vez, pois além do modesto PIB per capita, a desigualdade social ainda continuar brutal. A 10° pior do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda temos muito a fazer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24831946-114390955479490780?l=brasil-sa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brasil-sa.blogspot.com/feeds/114390955479490780/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24831946&amp;postID=114390955479490780' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114390955479490780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114390955479490780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasil-sa.blogspot.com/2006/04/boas-notcias-outras-nem-tanto.html' title='Boas Notícias (outras, nem tanto)'/><author><name>João Pitombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11416951684855187278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24831946.post-114363367274591308</id><published>2006-03-29T03:53:00.000-08:00</published><updated>2006-03-29T04:01:12.763-08:00</updated><title type='text'>Anatomia de um apartheid social</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Mais de 980 mil pessoas na Região Metropolitana de Salvador estão na linha de pobreza, com renda mínima ou inexistente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PATRICK BROCK&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Vila Via do Metrô, no Calabetão, os barracos de papelão e madeirite dividem o espaço com um rio de esgoto e as muriçocas. Seus habitantes vivem da reciclagem de aço ou papelão e reclamam da falta de segurança, saneamento e empregos. Similar a outras comunidades no Brasil, a vila é um exemplo do apartheid (divisão) que mistura a velha pobreza, histórica, com a nova pobreza, da insegurança social da informalidade e da corrosão salarial. Os dados indicam que 44,09% da população da Região Metropolitana de Salvador tem renda per capita de até dois salários mínimos, enquanto 31,1% estão na linha da pobreza (renda média domiciliar de meio salário mínimo ou sem rendimento, de acordo com o IBGE), ou seja, mais de 980 mil pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dados estatísticos e estudos apresentam uma Salvador dividida, de maioria pobre: enquanto a renda média mensal no Bairro da Paz (antiga Invasão das Malvinas e atualmente um aglomerado de casas de alvenaria, sem acabamento) é R$ 214, os moradores do Itaigara (bairro nobre e bem estruturado em termos de serviços públicos e área física) faturam R$ 3 mil. Embora Salvador tenha obtido avanços importantes em saneamento, com cobertura de sistema de esgotos em mais de 70% da cidade, os 50% mais pobres ainda contribuem com 15,7% do total da renda, enquanto os 10% mais ricos contribuem com 12,7% – configurando um quadro de concentração de renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O apartheid sóciorracial de Salvador divide a metrópole em esparsos núcleos ricos (ver infografia), convivendo com os núcleos pobres majoritários, onde a população está espremida, com serviços públicos deficitários e índices de violência alarmantes: um exemplo do apartheid, de acordo com o Departamento de Documentação e Estatísticas da Polícia Civil, pode ser aferido pela comparação das estatísticas da violência em dois bairros: em dezembro de 2005 foram cometidos 15 homicídios na região da 5ª Delegacia (Periperi, subúrbio ferroviário, a maior parte da população é pobre), enquanto na 14ª (Barra, de maior faixa de cidadãos ricos apenas um foi registrado. A maioria dos mortos tinha de 15 a 39 anos, era negra e com escolaridade até o nível fundamental. Ao mesmo tempo, nas áreas pobres de Salvador, cresce o número de mães negras e solteiras, a parcela da população que recebe os menores salários da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFORMAS – Doutora em ciências sociais pela Ufba, Ângela Borges, coordenadora do mestrado em Políticas Sociais e Cidadania da Ucsal, estudou as mudanças ocorridas na capital baiana com as reformas do mercado de trabalho na década de 90. Sua tese aponta um impacto “devastador”: 44,8% dos soteropolitanos ganha a vida sem vínculos formais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Salvador, cidade de exclusão social histórica e incapacidade contínua de empregar a população, as reformas que flexibilizaram as relações de trabalho tornaram os cidadãos mais frágeis diante dos riscos da vida, ao mesmo tempo em que diminuíram os salários. Segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego (Dieese/Seade), a renda média mensal em Salvador caiu de R$ 965, em 1998, para R$ 798, em 2004. “A desproteção do passado era vista como resquício de um atraso que seria ultrapassado pelo desenvolvimento. Agora, vemos a desproteção nascer no próprio coração da economia capitalista”, diz Ângela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perda do emprego tem conseqüências psicológicas e sociais fortes, causando no indivíduo a sensação de perda da utilidade social, que, por sua vez, relacionam-se com o aumento da criminalidade e de atitudes autodestrutivas. “Em outras palavras, a cidade esgotou suas formas de absorção de novas massas de trabalhadores. Essa situação, somada ao acúmulo de pobreza associada à ocupação desordenada, tem criado um ambiente degradado e violento que urge ser enfrentado”, escreveram os organizadores do “Atlas da Exclusão Social no Brasil” (Editora Cortez), Marcio Pochmann e Ricardo Amorin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CALDEIRÃO – O Centro de Estudos e Ação Social (Ceas), entidade ligada à Companhia de Jesus, desenvolve há 36 anos um trabalho de assessoria às lutas pela terra no campo e na cidade. O sociólogo José Maurício Daltro, coordenador das atividades de assessoria urbana, que envolvem comunidades como a Gamboa de Baixo, Recanto Feliz, Marechal Rondon e Alto das Pombas, afirma que os cidadãos procuram o Ceas por causa da “não-política” habitacional de Salvador, “aquela que apenas marca com um xis as casas que devem sair das invasões, sem qualquer diálogo com a comunidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Daltro, existem várias questões que preocupam as classes mais pobres em Salvador, especialmente a violência do Estado, “que faz com que a cidade seja praticamente um caldeirão prestes a entornar”. Ele cita o caso do Centro Histórico, em que as mil famílias removidas na sétima etapa da reforma do Pelourinho foram enviadas para um conjunto habitacional em Coutos, a 20 quilômetros de suas residências originais e de seus locais de trabalho, criando uma situação de exclusão que alguns intelectuais chamam de “gentrificação” – a remoção dos pobres do centro rumo a bairros periféricos, longe do turismo e da vida econômica da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o Carnaval reflete fielmente a exclusão: numa comparação entre a sociedade provisória da festa e a realidade, “podemos ver metaforicamente como o povo é espremido pelas cordas e camarotes e como a população é espremida na periferia”, considera Daltro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ladrões e muriçocas na invasão do metrô&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O simbolismo é inevitável: à sombra do desenvolvimento incompleto do sistema de transporte de massa de Salvador, surge a comunidade Vila Via do Metrô. Seus 360 moradores integram os 21% da população brasileira que vive em localidades associadas à situação de exclusão social: não têm saneamento básico e ganham menos que meio salário mínimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus cidadãos, instalados há pouco mais de dois anos, reclamam da violência, das doenças de pele, da falta de água, de esgoto e de energia elétrica, e da inexistência de uma ponte adequada para o rio que transborda na época de chuvas, fechando o acesso para a BR-324.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cachorros magros e sarnentos circulam pelas ruelas de barracos que serpenteiam o morro, junto com as crianças nuas e marcadas por doenças de pele ou mordidas de muriçoca. Lá, no alto, é a Mata Escura; uma mangueira de água desce o morro da cidade “oficial” e abastece a comunidade abaixo, inexistente nos registros, mas na qual os moradores numeraram, cuidadosamente, barraco por barraco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LADRÃO DEMAIS – Rosilene Silva de Oliveira, 17 anos, veio passar uns dias na Vila com a mãe Elizabete, 55 anos. Nos braços, a filha Keirelene, de apenas dois meses. Rosilene já pensa em voltar para o seu local de origem, a Ilha de Itaparica. “Aqui tem muito ladrão e muriçoca”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Marcilene Santos, 30 anos, lembra da festa no Dia da Consciência Negra, em novembro. Teve música e filme: 2 Filhos de Francisco foi projetado em um telão. Do dia festivo, sobrou a lembrança e alguns panfletos abandonados no chão, onde se lê: “2006: o ano da reparação!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, na Vila Via do Metrô é perigoso atravessar a ponte depois das 19 horas, para ir ao mercadinho do outro lado da BR-324. “Tem muito marginal e estuprador, ficamos com medo”, diz Marcilene, que defende sua cidadania diante da urbanidade inversa no lado rico da cidade: “Somos seres humanos também, o sangue que corre em nossas veias é igual ao sangue de quem mora na Pituba e na Barra”. (P.B.) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: A Tarde&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24831946-114363367274591308?l=brasil-sa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brasil-sa.blogspot.com/feeds/114363367274591308/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24831946&amp;postID=114363367274591308' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114363367274591308'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114363367274591308'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasil-sa.blogspot.com/2006/03/anatomia-de-um-apartheid-social.html' title='Anatomia de um apartheid social'/><author><name>João Pitombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11416951684855187278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-24831946.post-114346670379237248</id><published>2006-03-27T05:23:00.001-08:00</published><updated>2006-03-29T09:35:09.856-08:00</updated><title type='text'>Programas sociais atingem 15,6% dos domicílios do país</title><content type='html'>Em 2004, 15,6% dos domicílios no país tinham pelo menos um morador recebendo dinheiro de programa social do governo, sendo que na Região Nordeste este percentual chegou a 32%. Nesses domicílios beneficiados, 91% tinham rendimento domiciliar per capita1 de até um salário mínimo e 1,1% de mais de dois salários mínimos. Estas e outras informações fazem parte do suplemento da PNAD de 2004 sobre Acesso a Transferências de Renda de Programas Sociais, que inclui tabelas desagregadas por Grandes Regiões e Unidades da Federação.&lt;br /&gt;Dentre os programas sociais governamentais, das esferas federal, estadual e municipal, encontram-se aqueles que visam dar suporte às famílias das menores faixas de rendimento por meio de transferências em dinheiro. Entre esses programas de transferência de rendimento pesquisados, estavam desde o auxílio-gás, que era de R$ 7,50 mensal, pago bimestralmente, até o Benefício Assistencial de Prestação Continuada - BPC-LOAS, que foi fixado em 1 salário mínimo mensal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizada pelo IBGE, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), entrevistou 399 354 pessoas e 139157 unidades domiciliares distribuídas por todo o país.&lt;br /&gt;Em 2004, cerca de oito milhões de domicílios foram beneficiados com programa social de transferência de rendimento do governo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No total de domicílios particulares no país, 15,6% eram constituídos por aqueles em que algum morador recebeu dinheiro de programa social do governo. A Região Nordeste apresentou o maior valor desse indicador (32,0%) e a Sudeste, o mais baixo (7,9%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já entre os domicílios no Brasil com rendimento mensal domiciliar per capita de até ¼ do salário mínimo, a proporção de moradias em que algum morador recebeu benefício monetário de programa social do governo chegou a 50,3% e na de mais de 2 salários mínimos situou-se em 0,7%. Essa mesma evolução foi observada em todas as regiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos domicílios particulares em que algum morador recebeu dinheiro oriundo de programa social do governo, quase 91% tinham rendimento domiciliar per capita de até 1 salário mínimo e 1,1% de mais de 2 salários mínimos. Naqueles domicílios em que nenhum morador recebeu transferência monetária de programa social do governo, a parcela dos sem rendimento ou com rendimento mensal domiciliar per capita de até 1 salário mínimo representou 43,0% e a dos que tinham mais de 2 salários mínimos, 27,2%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda segundo a pesquisa do IBGE, o rendimento mediano mensal dos domicílios que tinham algum morador recebendo dinheiro de programa social do governo (R$ 458) estava em patamar inferior ao dos que não tinham (R$ 880).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte: IBGE&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/24831946-114346670379237248?l=brasil-sa.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://brasil-sa.blogspot.com/feeds/114346670379237248/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=24831946&amp;postID=114346670379237248' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114346670379237248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/24831946/posts/default/114346670379237248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://brasil-sa.blogspot.com/2006/03/programas-sociais-atingem-156-dos_27.html' title='Programas sociais atingem 15,6% dos domicílios do país'/><author><name>João Pitombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11416951684855187278</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
